Chamada da semana!!!
Veja tbm pela internet:
http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/tvcomsc/home,0,5051,Home.html
domingo, 14 de novembro de 2010
domingo, 7 de novembro de 2010
Via Santa Catarina
Não perca!!!
Se vc não mora em SC, pode assistir pela internetÇ
http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/tvcomsc
Se vc não mora em SC, pode assistir pela internetÇ
http://www.clicrbs.com.br/especial/sc/tvcomsc
quinta-feira, 22 de julho de 2010
Show
Sexta e sábado, São Joaquim e Lages, vão ver um dos melhores shows nacionais da atualidade. Pouca Vogal.
Aqui, um dos personagens. Duca Leindecker, do Cidadão Quem. Girassóis, ao vivo, no Theatro São Pedro, em POA.
Aqui, um dos personagens. Duca Leindecker, do Cidadão Quem. Girassóis, ao vivo, no Theatro São Pedro, em POA.
domingo, 11 de julho de 2010
Apronte, faça arte.
Festa na Vila Aparecida, área nobre e pobre da cidade. Boi-de-Mamão. A criança e o boi de olhos abertos, porém, com diferentes expressões. A molecada só precisa de atenção. De gente que se importe e que se desdobre sem chorar o leite derramado.
Coisa boa. Post duplo nesse início de semana. Pouca Vogal dando as caras por aqui. Não por acaso, a letra é em tom de solidariedade maior. Coisas simples, como sempre.
Duca Leindecker e Humberto Gessinger se virando nos violões, nos pedais, no pandeiro, na harmônica, no bumbo e nas vozes. Impressionante. E tem gente que não faz nada. Mas as crianças estão de olho. E o boi também. Olhe várias vezes. Merece.
segunda-feira, 5 de julho de 2010
Dunga em fúria
Já que o vídeo do jogo contra Portugal tinha sido publicado aqui, sou obrigado a postar o último e derradeiro.
sábado, 3 de julho de 2010
Política da boa vizinhança

A primeira hipótese dessa foto
O presidente Lula acena para a presidente Cristina de Kirchner depois do jogo da Argentina contra a Alemanha.
A segunda hipótese
Uso essa foto para tirar sarro dos argentinos.
A terceira hipótese
Lula fez o sinal antes do jogo e depois de conversar com a Mãe Dinah.
A quarta hipótese
Lula diz que foi a quarta seleção que o Mick Jager derrubou.
A quinta hipótese
Lula informa que o vôo da Argentina sai às 4h da manhã deste domingo.
A sexta hípótese
Lula, num inspirado conhecimento histórico, faz a seguinte referência:
"Ticof, foi afim que Nafoleão perdeu a guerra".
sexta-feira, 2 de julho de 2010
Dunga em fúria
Virou um dos temas mais acessados no YouTube nos últimos dias. Um único vídeo já foi visto por 1 milhão e 300 mil pessoas. A cada jogo, um vídeo.
É uma adaptação caseira para o filme Um dia de Fúria, estrelado por Michael Douglas.
A dublagem é feita por um mineiro de Juíz de Fora, Pablo Peixoto.
Já foi matéria no Extra On line, na Zero Hora e agora no Em Cima da Pauta.
Divirtam-se.
O vídeo só perde em número de visitas para a modelo paraguaia Larissa Riquelme, que também ganha espaço neste post. Ela foi flagrada (?) várias vezes durante os jogos da seleção preferida dela. Aquele time do coração que ela carrega no peito. E cabe.
É uma adaptação caseira para o filme Um dia de Fúria, estrelado por Michael Douglas.
A dublagem é feita por um mineiro de Juíz de Fora, Pablo Peixoto.
Já foi matéria no Extra On line, na Zero Hora e agora no Em Cima da Pauta.
Divirtam-se.
O vídeo só perde em número de visitas para a modelo paraguaia Larissa Riquelme, que também ganha espaço neste post. Ela foi flagrada (?) várias vezes durante os jogos da seleção preferida dela. Aquele time do coração que ela carrega no peito. E cabe.
quinta-feira, 1 de julho de 2010
Saindo do forno
O mercado editorial lança mais um livro sobre um catarinense ilustre:
Roberto Alves - Dás um banho.
Os que gostam, vão continuar gostando, e os que não gostam, podem começar a gostar.
O livro foi escrito por outro distinto: o professor, jornalista e pertinaz Paulo Brito.
Ainda bem que ele teimou e escreveu esse livro.
Aliás, fez birra com a vida lá atrás, em 1968, quando começou a estudar comunicação na PUC de Porto Alegre.
Na época, o Nilson Cardoso, fotógrafo e cinegrafista do Palácio do Governo, o aconselhou:
- Não faz isto! Olha tu o amanhã!(Apontando para si mesmo) E completou: “Vai estudar medicina, engenharia ou vai morar em Lages”.
Você morando em Lages, Brito? Para né ô!
Enfim, são muitos os personagens deste post. Temos aqui o banner, que é uma reprodução da capa do livro e o prefácio, assinado pelo jornalista e escritor Mário Pereira.
Ele é a cara de Florianópolis. A sua vida confunde-se com a da cidade onde nasceu e construiu uma história singular e toda sua. Ele tem o jeito de ser e de viver da Ilha dita da Magia, um “mané” medular, condição que ostenta com indisfarçável orgulho, como se condecoração fosse.
O menino nascido na Maternidade Carlos Corrêa, na Avenida Hercílio Luz, coração da Capital, cresceu soltando pipas e disputando “peladas”, pés descalços, no Campo do Manejo, ou onde encontrasse espaço e parceria para tanto.
Enquanto corria atrás da bola, embalava seus sonhos, e o maior de todos era, um dia, se transformar em craque do futebol, daqueles que sacudiam estádios e levavam torcidas ao delírio.
À noite, em casa, grudava-se ao rádio “capelinha”, entronizado na sala e, de olhos abertos, sonhava e galopava pelo mundo na garupa das ondas do rádio, que era a televisão daqueles tempos idos e vividos, quando a vida na pacata cidade escorria devagar e gentil, enquanto mundo rugia lá fora.
O rádio, outra paixão do menino que homem se fez, sempre identificado, entranhadamente, com a terra da sua bem-querença e a sua gente.
Roberto Alves, quem não o conhece ou sabe dele nesta Florianópolis da alma e nesta Santa Catarina do coração?
Afinal, multimídia, ele “invade” nossas casas, todos os dias, seja a bordo da TV, do rádio, ou do jornal. Se não conseguiu concretizar o sonho de ser um craque dos estádios, ele se transformou num verdadeiro “artilheiro” da crônica esportiva, a ela adicionando o melhor tempero da terra catarina.
Sete décadas de amigos, de comunicação, e de sonhos.
Pois aquele menino que, outrora, descalço, corria atrás da bola, ferindo os pés em ínvios gramados cheios de pedras e rosetas, aqui está de corpo inteiro neste “Dás Um Banho” – Roberto Alves, o rádio, o futebol e a cidade.
Paulo Brito, também jornalista, comentarista esportivo de ponta e, de quebra, respeitado professor do Curso de Jornalismo da UFSC, nos apresenta uma biografia _ escrita em estilo direto, de impecável talhe e saborosa fruição _ tão singular quanto singular é o seu biografado,
Uma vida, e muitas lições de vida; uma cidade, e muitas histórias.
Pesquisa da Câmara Brasileiro do Livro revela que as biografias estão em alta nas prateleiras das livrarias, o que pode ser conferido, também, nas listas dos livros mais vendidos no país. Creio ser esta uma resposta do leitor aos modismos estruturalistas, que tentam apagar o homem como sujeito da história.
Disto resulta um tipo de ficção chata e indigesta, que abandonou o enredo e a fabulação e deu as costas para a arte da narrativa, a arte de contar uma boa história com começo, meio e fim. Biografias e autobiografias, cuja essência é a narrativa, estão ocupando este espaço cada vez mais negligenciado.
Há outra razão para tanto, Repito o que escrevi certa feita: “A biografia atende a uma necessidade do leitor, que busca relações e exemplos em outras vidas. Cada vida é única na soma das suas experiências. Daí o encanto do gênero, que recupera uma vida na sua unicidade, garimpando os pormenores que fazem com que um homem ou uma mulher sejam diferentes de todos os outros, embora imersos na mesma humanidade e envolvidos no mesmo drama da Salvação”.
Eis aqui, de saborosa e gratificante leitura, a biografia do nosso Roberto Alves dedilhada com talento e arte por Paulo Brito, que também resgata capítulos importantes da história da cidade, do esporte e das comunicações.
Roberto Alves - Dás um banho.
Os que gostam, vão continuar gostando, e os que não gostam, podem começar a gostar.
O livro foi escrito por outro distinto: o professor, jornalista e pertinaz Paulo Brito.
Ainda bem que ele teimou e escreveu esse livro.
Aliás, fez birra com a vida lá atrás, em 1968, quando começou a estudar comunicação na PUC de Porto Alegre.
Na época, o Nilson Cardoso, fotógrafo e cinegrafista do Palácio do Governo, o aconselhou:
- Não faz isto! Olha tu o amanhã!(Apontando para si mesmo) E completou: “Vai estudar medicina, engenharia ou vai morar em Lages”.
Você morando em Lages, Brito? Para né ô!
Enfim, são muitos os personagens deste post. Temos aqui o banner, que é uma reprodução da capa do livro e o prefácio, assinado pelo jornalista e escritor Mário Pereira.
Ele é a cara de Florianópolis. A sua vida confunde-se com a da cidade onde nasceu e construiu uma história singular e toda sua. Ele tem o jeito de ser e de viver da Ilha dita da Magia, um “mané” medular, condição que ostenta com indisfarçável orgulho, como se condecoração fosse.O menino nascido na Maternidade Carlos Corrêa, na Avenida Hercílio Luz, coração da Capital, cresceu soltando pipas e disputando “peladas”, pés descalços, no Campo do Manejo, ou onde encontrasse espaço e parceria para tanto.
Enquanto corria atrás da bola, embalava seus sonhos, e o maior de todos era, um dia, se transformar em craque do futebol, daqueles que sacudiam estádios e levavam torcidas ao delírio.
À noite, em casa, grudava-se ao rádio “capelinha”, entronizado na sala e, de olhos abertos, sonhava e galopava pelo mundo na garupa das ondas do rádio, que era a televisão daqueles tempos idos e vividos, quando a vida na pacata cidade escorria devagar e gentil, enquanto mundo rugia lá fora.
O rádio, outra paixão do menino que homem se fez, sempre identificado, entranhadamente, com a terra da sua bem-querença e a sua gente.
Roberto Alves, quem não o conhece ou sabe dele nesta Florianópolis da alma e nesta Santa Catarina do coração?
Afinal, multimídia, ele “invade” nossas casas, todos os dias, seja a bordo da TV, do rádio, ou do jornal. Se não conseguiu concretizar o sonho de ser um craque dos estádios, ele se transformou num verdadeiro “artilheiro” da crônica esportiva, a ela adicionando o melhor tempero da terra catarina.
Sete décadas de amigos, de comunicação, e de sonhos.
Pois aquele menino que, outrora, descalço, corria atrás da bola, ferindo os pés em ínvios gramados cheios de pedras e rosetas, aqui está de corpo inteiro neste “Dás Um Banho” – Roberto Alves, o rádio, o futebol e a cidade.
Paulo Brito, também jornalista, comentarista esportivo de ponta e, de quebra, respeitado professor do Curso de Jornalismo da UFSC, nos apresenta uma biografia _ escrita em estilo direto, de impecável talhe e saborosa fruição _ tão singular quanto singular é o seu biografado,
Uma vida, e muitas lições de vida; uma cidade, e muitas histórias.
Pesquisa da Câmara Brasileiro do Livro revela que as biografias estão em alta nas prateleiras das livrarias, o que pode ser conferido, também, nas listas dos livros mais vendidos no país. Creio ser esta uma resposta do leitor aos modismos estruturalistas, que tentam apagar o homem como sujeito da história.
Disto resulta um tipo de ficção chata e indigesta, que abandonou o enredo e a fabulação e deu as costas para a arte da narrativa, a arte de contar uma boa história com começo, meio e fim. Biografias e autobiografias, cuja essência é a narrativa, estão ocupando este espaço cada vez mais negligenciado.
Há outra razão para tanto, Repito o que escrevi certa feita: “A biografia atende a uma necessidade do leitor, que busca relações e exemplos em outras vidas. Cada vida é única na soma das suas experiências. Daí o encanto do gênero, que recupera uma vida na sua unicidade, garimpando os pormenores que fazem com que um homem ou uma mulher sejam diferentes de todos os outros, embora imersos na mesma humanidade e envolvidos no mesmo drama da Salvação”.
Eis aqui, de saborosa e gratificante leitura, a biografia do nosso Roberto Alves dedilhada com talento e arte por Paulo Brito, que também resgata capítulos importantes da história da cidade, do esporte e das comunicações.
terça-feira, 29 de junho de 2010
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A jornalista Márcia Pache, da TV Centro-Oeste, retransmissora do SBT em Pontes e Lacerda (448 km a Oeste de Cuiabá), foi agredida na manhã desta segunda-feira (28) pelo vereador Lorivaldo Rodrigues de Moraes (DEM), o "Kirrarinha".
A repórter disse temer por sua vida e as de suas filhas. O fato aconteceu quando a Márcia tentava uma entrevista dentro do Cisc da cidade, onde o parlamentar prestava depoimento. "É um absurdo o que aconteceu. Estava trabalhando, não tem justificativa para essa atitude", declarou.
Márcia Pache vem fazendo uma série de denúncias contra o vereador Kirrarinha, que está sendo investigado pela Polícia Civil.
Segundo a jornalista, ele é acusado de obter procuração para receber aposentadoria de uma idosa e ficar com o dinheiro. A outra acusação é de ter autorizado a invasão de um imóvel, dentro do conjunto habitacional Tuiuiú, construído pelo Governo do Estado na cidade.
Ela contou que, quando começou a fazer as matérias, a população da cidade avisou que a repórter poderia sofrer represálias. Márcia contou que o vereador já agrediu o jornalista Celso Garcia, da TV Record.
Fonte: Midia News, Cuiabá-MT.
A repórter disse temer por sua vida e as de suas filhas. O fato aconteceu quando a Márcia tentava uma entrevista dentro do Cisc da cidade, onde o parlamentar prestava depoimento. "É um absurdo o que aconteceu. Estava trabalhando, não tem justificativa para essa atitude", declarou.
Márcia Pache vem fazendo uma série de denúncias contra o vereador Kirrarinha, que está sendo investigado pela Polícia Civil.
Segundo a jornalista, ele é acusado de obter procuração para receber aposentadoria de uma idosa e ficar com o dinheiro. A outra acusação é de ter autorizado a invasão de um imóvel, dentro do conjunto habitacional Tuiuiú, construído pelo Governo do Estado na cidade.
Ela contou que, quando começou a fazer as matérias, a população da cidade avisou que a repórter poderia sofrer represálias. Márcia contou que o vereador já agrediu o jornalista Celso Garcia, da TV Record.
Fonte: Midia News, Cuiabá-MT.
sexta-feira, 25 de junho de 2010
quinta-feira, 17 de junho de 2010
Jabulaaaaaaani!
Eu e meus botões tínhamos razão.
A Jabulani é feita em um país pobre, por trabalhadores que recebem pouco pelo serviço, e depois vendida por uma exorbitância.
Operários paquistaneses recebem R$ 1,35 por bola costurada enquanto o valor de venda é R$ 399,00.
Auditores do trabalho fizeram uma pesquisa sobre o assunto.
Confira o texto no link:
http://rubenspatruni.blogspot.com/2010/06/de-onde-vem-jabulani.html
A Jabulani é feita em um país pobre, por trabalhadores que recebem pouco pelo serviço, e depois vendida por uma exorbitância.
Operários paquistaneses recebem R$ 1,35 por bola costurada enquanto o valor de venda é R$ 399,00.
Auditores do trabalho fizeram uma pesquisa sobre o assunto.
Confira o texto no link:
http://rubenspatruni.blogspot.com/2010/06/de-onde-vem-jabulani.html
quarta-feira, 16 de junho de 2010
Sonhei com a Jabulani
Sonhei não. Tive pesadelo. Como não bastasse ter que ouvir as tais vuvuzelas, agora, só ouço falar sobre a bola da copa. Sem censura ao chavão, a desprestigiada é a bola da vez.
Virou adjetivo. Num jogo de futebol entre adolescentes, quando um moleque erra a jogada, deixa de ser um perdido em campo. Agora é chamado de Jabulani. No trânsito, um motorista perdido é um Jabulani.
Isso porque, quando a pelota em questão é chutada, faz desvios que deixam os boleiros perdidinhos da silva.
Resolvi escrever esse post para exorcisar esse nome: Jabulani, que significa celebrar na língua Bantu isiZulu. Celebremos, como um enterro.
Parece piada. Agora, 11h18min AM, aos dezoito 18 minutos do jogo Espanha X Suiça, um close na bola, e a observação do narrador Luis Roberto: "Essa aí é a Jabulani."
Pergunto: Será que alguém ainda não sabe o nome da bola?
Ela virou estrela. Até o Cid Moreira, acostumado a dar interpretações soturnas sobre vários temas, gravou uma vinheta. Pronuncie dando ênfase no segundo "a": Jabulaaaaaaaaaaaaani. Novamente. Agora tente imitar o vozeirão do Cid: Jabulaaaaaaaaaaaaani. Isso gruda.
A Adidas, que deve ter costurado essa bola em alguma cadeia de um país subdesenvilvido, está melindrada. O Kaká - atleta da Adidas - teve que beijá-la diante das lentes das câmeras. Ontem, na entrevista do Dunga após o jogo do Brasil, lá estava a Jabu, pra quem ainda não tinha visto. Exibida.
Imagine se começam a falar mal de produtos de outros patrocinadores. Da Seara - teríamos uma linguíça na hora da entrevista; do McDonalds - teríamos um sanduíche. Nesse caso, de isopor.
Também resolveram falar, mal e bem, do casaco que o Dunga usou na estréia da copa. Uma peça feita pelo estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch. Será que teremos uma arara de casacos na próxima entrevista?
Podem esperar uma avalanche de notícias sobre o assunto. Fashion, chique ou, para um Jabulani em moda como eu, uma gandola da guarda imperial reestilizada.
Virou adjetivo. Num jogo de futebol entre adolescentes, quando um moleque erra a jogada, deixa de ser um perdido em campo. Agora é chamado de Jabulani. No trânsito, um motorista perdido é um Jabulani.
Isso porque, quando a pelota em questão é chutada, faz desvios que deixam os boleiros perdidinhos da silva.
Resolvi escrever esse post para exorcisar esse nome: Jabulani, que significa celebrar na língua Bantu isiZulu. Celebremos, como um enterro.
Parece piada. Agora, 11h18min AM, aos dezoito 18 minutos do jogo Espanha X Suiça, um close na bola, e a observação do narrador Luis Roberto: "Essa aí é a Jabulani."
Pergunto: Será que alguém ainda não sabe o nome da bola?
Ela virou estrela. Até o Cid Moreira, acostumado a dar interpretações soturnas sobre vários temas, gravou uma vinheta. Pronuncie dando ênfase no segundo "a": Jabulaaaaaaaaaaaaani. Novamente. Agora tente imitar o vozeirão do Cid: Jabulaaaaaaaaaaaaani. Isso gruda.
A Adidas, que deve ter costurado essa bola em alguma cadeia de um país subdesenvilvido, está melindrada. O Kaká - atleta da Adidas - teve que beijá-la diante das lentes das câmeras. Ontem, na entrevista do Dunga após o jogo do Brasil, lá estava a Jabu, pra quem ainda não tinha visto. Exibida.
Imagine se começam a falar mal de produtos de outros patrocinadores. Da Seara - teríamos uma linguíça na hora da entrevista; do McDonalds - teríamos um sanduíche. Nesse caso, de isopor.
Também resolveram falar, mal e bem, do casaco que o Dunga usou na estréia da copa. Uma peça feita pelo estilista brasileiro Alexandre Herchcovitch. Será que teremos uma arara de casacos na próxima entrevista?
Podem esperar uma avalanche de notícias sobre o assunto. Fashion, chique ou, para um Jabulani em moda como eu, uma gandola da guarda imperial reestilizada.
sexta-feira, 11 de junho de 2010
Gypses
Há alguns dias, a cultura cigana foi pano de fundo para um post aqui no EmCimaDaPauta.
Um texto sobre a arte e os costumes de um povo que aqui no Brasil forma um grupo de quase 700 mil pessoas.
Nômades, os ciganos deixaram a Índia e se espalharam pelo mundo. Começaram a entrar na Europa no século XII. Trezentos anos depois estavam partindo para outros continentes.
De acordo com os hábitos ciganos, a família é sagrada. Os filhos normalmente representam uma forte fonte de subsistência. Uma criança sempre é bem vinda entre eles, mas, a preferência é para os filhos homens, para dar continuidade ao nome da família.
Não foi o que constatei hoje em São José, na Grande Florianópolis. Em um acampamento, um triste flagrante. Um garoto cigano, de apenas 11 anos, inala gasolina e fuma na frente dos adultos, sem o menor cuidado dos pais.
Um texto sobre a arte e os costumes de um povo que aqui no Brasil forma um grupo de quase 700 mil pessoas.
Nômades, os ciganos deixaram a Índia e se espalharam pelo mundo. Começaram a entrar na Europa no século XII. Trezentos anos depois estavam partindo para outros continentes.
De acordo com os hábitos ciganos, a família é sagrada. Os filhos normalmente representam uma forte fonte de subsistência. Uma criança sempre é bem vinda entre eles, mas, a preferência é para os filhos homens, para dar continuidade ao nome da família.
Não foi o que constatei hoje em São José, na Grande Florianópolis. Em um acampamento, um triste flagrante. Um garoto cigano, de apenas 11 anos, inala gasolina e fuma na frente dos adultos, sem o menor cuidado dos pais.
segunda-feira, 7 de junho de 2010
IDH parte 2
Na semana passada escrevi sobre o drama de uma família vítima do crack.
Pois bem. O Conselho Tutelar de Florianópolis, finalmente, fez alguma coisa.
As três crianças foram levadas para a Cidade da Criança. Logo, os irmãos estarão em um abrigo para menores.
Os pais aceitaram tratamento contra a dependência.
Ficarão internados por seis meses em uma clínica da região da capital.
As coisas estão se encaminhando. Se uma andorinha não faz verão, algumas conseguem voar juntas e resolver a situação.
Pois bem. O Conselho Tutelar de Florianópolis, finalmente, fez alguma coisa.
As três crianças foram levadas para a Cidade da Criança. Logo, os irmãos estarão em um abrigo para menores.
Os pais aceitaram tratamento contra a dependência.
Ficarão internados por seis meses em uma clínica da região da capital.
As coisas estão se encaminhando. Se uma andorinha não faz verão, algumas conseguem voar juntas e resolver a situação.
terça-feira, 1 de junho de 2010
Cigano
Como sempre, deixo aqui um pouco de música para os olhos e ouvidos dos visitantes.
Outro dia estava revirando um arquivo pessoal da época em que fazia jornalismo cultural em Curitiba e achei uma pérola da world music.
Thierry Robin ou, simplismente, Titi Robin, como é chamado na França.
É um compositor francês, cigano, com um talento impressionante. Ele tem uma parceria musical com uma indiana chamada Gulabi Sapera. As composições são, como diria um amigo, puro mantra.
Thierry é um dos violonistas com maior habilidade que já vi tocar. A técnica é diferente, claro, de um Yamandú Costa, de um Garoto, de um Baden Powel (o Brasil é demais). O fato é que o cigano é fera. Já o vi tocando e tenho um vídeo do Rock'n Rio-Lisboa, mas, o que vou apresentar aqui é um dueto com a Gulabi em Jaipur, capital do Rajastão, terra natal dos ciganos.
Uma tradição incrível. Um fervilhão cultural.
Se quiserem pesquisar um pouco mais, tentem ouvir na internet a composição "La Petite Mer" do disco Gitans, de 1993. Melhor, corram encomendar esse disco. É sensacional. Foi o primeiro dele que conheci. Ainda bem que ouvi bastante antes de ter sido roubado. Pelo menos, o afanador de cds tem bom gosto.
Tradução: Gitan significa cigano, em francês. Não deixem de ouvir.
Detalhe: Na jam franco-indiana, dá pra ver o Thierry pedindo para o percussionista dar um tempo no batuque para que o solo de violão deixe de ser solo e se torne num duo com a dança da cigana. Um brinde à vida.
No site oficial do cigano vocês conseguem ouvir La Petite Mer. Aqui, um vídeo clandestino absolutamente genial direto do Jaipur.
Paix.
Outro dia estava revirando um arquivo pessoal da época em que fazia jornalismo cultural em Curitiba e achei uma pérola da world music.
Thierry Robin ou, simplismente, Titi Robin, como é chamado na França.
É um compositor francês, cigano, com um talento impressionante. Ele tem uma parceria musical com uma indiana chamada Gulabi Sapera. As composições são, como diria um amigo, puro mantra.
Thierry é um dos violonistas com maior habilidade que já vi tocar. A técnica é diferente, claro, de um Yamandú Costa, de um Garoto, de um Baden Powel (o Brasil é demais). O fato é que o cigano é fera. Já o vi tocando e tenho um vídeo do Rock'n Rio-Lisboa, mas, o que vou apresentar aqui é um dueto com a Gulabi em Jaipur, capital do Rajastão, terra natal dos ciganos.
Uma tradição incrível. Um fervilhão cultural.
Se quiserem pesquisar um pouco mais, tentem ouvir na internet a composição "La Petite Mer" do disco Gitans, de 1993. Melhor, corram encomendar esse disco. É sensacional. Foi o primeiro dele que conheci. Ainda bem que ouvi bastante antes de ter sido roubado. Pelo menos, o afanador de cds tem bom gosto.
Tradução: Gitan significa cigano, em francês. Não deixem de ouvir.
Detalhe: Na jam franco-indiana, dá pra ver o Thierry pedindo para o percussionista dar um tempo no batuque para que o solo de violão deixe de ser solo e se torne num duo com a dança da cigana. Um brinde à vida.
No site oficial do cigano vocês conseguem ouvir La Petite Mer. Aqui, um vídeo clandestino absolutamente genial direto do Jaipur.
Paix.
sábado, 29 de maio de 2010
Melhor Índice de Desenvolvimento Humano?
Florianópolis tem o prazer de anunciar aos quatro ventos que é considerada a capital com a mais alta qualidade de vida do país, com IDH de 0,875.Ótimo. Morar em uma cidade assim, faz valer cada centavo de imposto pago. Dá validade a todo voto confirmado nas urnas, mas, como na foto, o que é ruim fica debaixo das botas dos coronéis.
Tudo na vida tem um revés. Nenhuma moeda é feita apenas de coroa e a capital catarinense também mostra a sua cara. Traz à luz os seus vexames sociais, escondidos e ignorados pela maioria.
O fato que vou relatar é verdadeiro. Os nomes, fictícios. O lugar, real.
Tereza é moradora de um bairro de Florianópolis, vizinho da comunidade da Vila Aparecida. Um morro bastante conhecido localizado na parte continental da cidade. Um local marginalizado por abrigar pobres, traficantes e trabalhadores. Tudo na mesma panela social.
Há dois anos, Tereza recebia em seu condomínio, uma vez por semana, uma família que buscava papel para reciclagem. Essa família morava na Vila Aparecida. Eram cinco pessoas. O casal e três filhos.
Com o passar do tempo, eles deixaram de coletar o material. Sumiram.
Agora, em 2010, Tereza começou um trabalho voluntário na Vila Aparecida. Ajuda a cuidar de crianças numa ONG.
Logo nos primeiros dias, ela reconheceu três irmãos que participam das atividades. Uma garotinha de quatro anos, aqui chamada de Maria, outra de sete anos, Ana, e o mais velho, João, com 11. Eram eles que iam com os pais em busca de papel. Em busca de renda.
Os pais deixaram de fazer o serviço. Começaram a usar crack. A droga tomou conta da vida de todos. Enquanto os pais fumam as pedras, os filhos ficam sem comida, sem roupa, sem educação, sem atenção. A situação é tão grave que a ONG não pode mandar cesta básica para a casa deles porque os pais vendem para comprar crack.
O filho mais velho, João, é obrigado a cuidar de carros nas ruas para garantir um troco e manter o cachimbo aceso para os pais. O caso já foi levado ao conselho tutelar. Dizem os vizinhos que ninguém fez nada porque o pai faz ameaças.
Esta semana, Tereza foi dar banho na caçula, Maria, e viu que a genitália da garotinha estava com uma inflamação. Horrorizada, perguntou o que houve. E ouviu a mais chocante das respostas:
"Fui mordida por um rato, tia".
Uma pessoa da área da saúde foi chamada. A menina recebeu cuidados. Mas a família, e tantas outras famílias, continuam lá, na Vila Aparecida. Convivendo com ratos, com crack, com pobreza e com o discurso mentiroso dos ratos que por lá só aparecem de quatro em quatro anos - esses roedores de sonhos que moram em mansões pagas sabe-se lá como.
O final dessa história é uma simples constatação. Alguém tem que puxar o IDH pra cima. Nem que seja gastando muito dinheiro, público ou privado, sem visitar as Vilas Aparecidas da cidade.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
Música no latão!
Diante da briga entre os estudantes e a Prefeitura de Florianópolis sobre o aumento da passagem de ônibus, um vídeo para acalmar os ânimos.
Durante a faculdade de jornalismo, Pedro Kuhnen, hoje produtor da RBSTV, revelou um momento cultural na vida dos viajantes do transporte coletivo da capital catarinense. Acho até que a viagem foi dele, mas, todos do latão pegaram carona na história.
No primeiro ano de vida acadêmica ele teve a seguinte idéia: gravar imagens e entrevistas com um celular para produzir reportagens, editadas na casa dele, lá nas bandas da Barra da Lagoa. Momento criativo que deve ter nascido por causa do tempo que se leva pra ir de ônibus até a Barra. São horas dentro do buzão. No fim de semana, são dias. Dois, pelo menos. Um pra ir e outro pra voltar.
Só isso já bastaria para o Pedro entrar no movimento dos estudantes contra o transporte coletivo da capital.
Pois agora. O prozeto (ele é manezinho e troca o j pelo z - melhor do que os gringos que pronunciam jota com x). Perdi o fio da meada.
Pois agora, o prozeto do Pedro foi premiado em Santa Catarina pela iniciativa de usar uma nova mídia para contar histórias. Aluno aplicado, surfista e poeta - sim, ele mesmo admite que fez poesia no vídeo - formou-se e deixou de andar de ônibus. Agora parou de produzir seus vts clandestinos.
Detalhe importantíssimo!!! O gaiteiro que toca no ônibus é praticamente um Raul Seixas revoltado com o bom e velho rock. Aliás, a trilha sonora, já que era um passeio de coletivo, deveria ser aquela do maluco beleza: "Pedro onde você vai eu também vou...."
O Pedro, crítico, ainda deu um puxão de orelha num moleque que passou a viagem inteira com um fone de ouvido. Mesmo diante de um showzaço sobre rodas. Dá para ver, em segundo plano, o jovemMP3 durante a sonora da passageira Adriana Nunes.
Chega de enrolação. Veja o vídeo:
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Durante a faculdade de jornalismo, Pedro Kuhnen, hoje produtor da RBSTV, revelou um momento cultural na vida dos viajantes do transporte coletivo da capital catarinense. Acho até que a viagem foi dele, mas, todos do latão pegaram carona na história.
No primeiro ano de vida acadêmica ele teve a seguinte idéia: gravar imagens e entrevistas com um celular para produzir reportagens, editadas na casa dele, lá nas bandas da Barra da Lagoa. Momento criativo que deve ter nascido por causa do tempo que se leva pra ir de ônibus até a Barra. São horas dentro do buzão. No fim de semana, são dias. Dois, pelo menos. Um pra ir e outro pra voltar.
Só isso já bastaria para o Pedro entrar no movimento dos estudantes contra o transporte coletivo da capital.
Pois agora. O prozeto (ele é manezinho e troca o j pelo z - melhor do que os gringos que pronunciam jota com x). Perdi o fio da meada.
Pois agora, o prozeto do Pedro foi premiado em Santa Catarina pela iniciativa de usar uma nova mídia para contar histórias. Aluno aplicado, surfista e poeta - sim, ele mesmo admite que fez poesia no vídeo - formou-se e deixou de andar de ônibus. Agora parou de produzir seus vts clandestinos.
Detalhe importantíssimo!!! O gaiteiro que toca no ônibus é praticamente um Raul Seixas revoltado com o bom e velho rock. Aliás, a trilha sonora, já que era um passeio de coletivo, deveria ser aquela do maluco beleza: "Pedro onde você vai eu também vou...."
O Pedro, crítico, ainda deu um puxão de orelha num moleque que passou a viagem inteira com um fone de ouvido. Mesmo diante de um showzaço sobre rodas. Dá para ver, em segundo plano, o jovemMP3 durante a sonora da passageira Adriana Nunes.
Chega de enrolação. Veja o vídeo:
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quarta-feira, 26 de maio de 2010
Jornalista preso
O Diário Catarinense de segunda-feira publicou um editorial sobre a prisão do repórter Felipe Pereira.
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2913897.xml&template=3898.dwt&edition=14752§ion=1320
A Polícia Militar de Santa Catarina instaurou um Inquérito Policial Militar para apurar os fatos.
Por enquanto, ninguém foi ouvido. O jeito é colocar o assunto na agenda diária.
As manifestações dos estudantes contra o aumento do preço da passagem de ônibus continua. Em dois dias de passeatas pelas ruas, muita agitação. Ruas bloqueadas por policiais, barricadas feitas pelos manifestantes para trancar o trânsito e vários atos públicos.
Nesta terça-feira, quatro estudantes foram levados para a delegacia de polícia. Dois eram menores. O grupo foi acusado de depredação dos patrimônios públicos e privados.
Agora, será que a prefeitura está preocupada com essa manifestação? Será que os responsáveis pelo aumento se importam com as paesseatas, já que, fica tudo na mão da polícia e da população?
Difícil.
http://www.clicrbs.com.br/diariocatarinense/jsp/default2.jsp?uf=2&local=18&source=a2913897.xml&template=3898.dwt&edition=14752§ion=1320
A Polícia Militar de Santa Catarina instaurou um Inquérito Policial Militar para apurar os fatos.
Por enquanto, ninguém foi ouvido. O jeito é colocar o assunto na agenda diária.
As manifestações dos estudantes contra o aumento do preço da passagem de ônibus continua. Em dois dias de passeatas pelas ruas, muita agitação. Ruas bloqueadas por policiais, barricadas feitas pelos manifestantes para trancar o trânsito e vários atos públicos.
Nesta terça-feira, quatro estudantes foram levados para a delegacia de polícia. Dois eram menores. O grupo foi acusado de depredação dos patrimônios públicos e privados.
Agora, será que a prefeitura está preocupada com essa manifestação? Será que os responsáveis pelo aumento se importam com as paesseatas, já que, fica tudo na mão da polícia e da população?
Difícil.
sábado, 22 de maio de 2010
Era só o que faltava
Florianópolis, dez e meia da noite.

O repórter Felipe Pereira, do Diário Catarinense, foi preso pela Polícia Militar de Santa Catarina durante a cobertura de uma manifestação de estudantes contrários ao aumento da passagem de ônibus na capital. O motivo: desacato.
Desacato?
Foi defender o pão trabalhando, levou pancada com cassetete, e é acusado de desacato.
Desacato?
Tudo aconteceu quando policiais ameaçavam jogar seus veículos contra os manifestantes.
Policiais do Pelotão de Patrulhamento Tático - PPT fizeram a lambança. Um P2 foi pra cima do fotógrafo Flávio Neves, também do DC, que registrava o tumulto e danificou o equipamento dele.
Segundo reportagem do ClicRBS, Flávio disse que um PM à paisana o espremeu numa parede, questionando se ele era manifestante. O fotógrafo respondeu que era jornalista e mostrou o crachá da empresa. Mesmo assim, ele quebrou o flash da máquina.
Ao questionar a atitude, Felipe foi acusado de desacato, algemado e levado para a delegacia.
Desacato?
O repórter da RBSTV Raphael Faraco estava no local, não foi preso, mas se dirigiu à delegacia para dar informações sobre o caso. Disse que eles foram xingados pelos policiais. Segundo os jornalistas, a polícia os tratou de forma inadequada.
Desacato?
Cassetete para bater em jornalista?
Desacato?
A Secretaria de Segurança Pública vai investigar a situação. Tá bom.
Olha, conheço bem o trabalho do Felipe Pereira. Desacato, partindo dele? Duvido.
De policiais assim o inferno está lotado. Deles eu não duvido.
Felipe assinou um termo circunstanciado e foi ao Instituto Geral de Perícias para exame de corpo de delito.
Raphael Faraco também assinou um TC.
O Coronel Newton Ramlow, comandante do batalhão que atua na região central da capital catarinense, não atendeu ao telefone. Sem explicações, por enquanto.
Fica o alerta: Cuidado, trabalhar pode dar cadeia.
A não ser que você trabalhe com uma farda do PPT.
Esse vídeo foi gravado depois da agressão.

O repórter Felipe Pereira, do Diário Catarinense, foi preso pela Polícia Militar de Santa Catarina durante a cobertura de uma manifestação de estudantes contrários ao aumento da passagem de ônibus na capital. O motivo: desacato.
Desacato?
Foi defender o pão trabalhando, levou pancada com cassetete, e é acusado de desacato.
Desacato?
Tudo aconteceu quando policiais ameaçavam jogar seus veículos contra os manifestantes.
Policiais do Pelotão de Patrulhamento Tático - PPT fizeram a lambança. Um P2 foi pra cima do fotógrafo Flávio Neves, também do DC, que registrava o tumulto e danificou o equipamento dele.
Segundo reportagem do ClicRBS, Flávio disse que um PM à paisana o espremeu numa parede, questionando se ele era manifestante. O fotógrafo respondeu que era jornalista e mostrou o crachá da empresa. Mesmo assim, ele quebrou o flash da máquina.
Ao questionar a atitude, Felipe foi acusado de desacato, algemado e levado para a delegacia.
Desacato?
O repórter da RBSTV Raphael Faraco estava no local, não foi preso, mas se dirigiu à delegacia para dar informações sobre o caso. Disse que eles foram xingados pelos policiais. Segundo os jornalistas, a polícia os tratou de forma inadequada.
Desacato?
Cassetete para bater em jornalista?
Desacato?
A Secretaria de Segurança Pública vai investigar a situação. Tá bom.
Olha, conheço bem o trabalho do Felipe Pereira. Desacato, partindo dele? Duvido.
De policiais assim o inferno está lotado. Deles eu não duvido.
Felipe assinou um termo circunstanciado e foi ao Instituto Geral de Perícias para exame de corpo de delito.
Raphael Faraco também assinou um TC.
O Coronel Newton Ramlow, comandante do batalhão que atua na região central da capital catarinense, não atendeu ao telefone. Sem explicações, por enquanto.
Fica o alerta: Cuidado, trabalhar pode dar cadeia.
A não ser que você trabalhe com uma farda do PPT.
Esse vídeo foi gravado depois da agressão.
terça-feira, 18 de maio de 2010
Parabéns
Um dos meus maiores colaboradores, o YouTube, está completando 5 anos.
A google, que comprou o YouTube em 2006, está divulgando números impressionantes:
2 bilhões de vídeos por dia, 24 horas de vídeos são publicados a cada minuto, o vídeo mais visto é o clipe Bad Romance, de Lady Gaga, com 200 milhões/views.
Não gosto da Lady Gaga. Não por ela ser supostamente hermafrodita, mas, por gosto musical mesmo. Agora, uma coisa é uma coisa, outra coisa...... não adianta, tenho que respeitar esses acessos ao Bad Romance.
Logo, logo, começam a cobrar pelo serviço. Podem esperar.
Bom, fuçando no site da google, como sempre, achei uma novidade para mim.
Chama-se Greg Pattillo. Um nova iorquino que toca flauta transversal. Tá, isso é normal. O fora do comum é que ele faz beatbox tocando flauta.
Assisti aos 53 vídeos dele na internet. Pattillo e uns camaradas tocam em estações de metrô, parques, salas, teatros e botecos de Nova York.
O cara é bom. Original. Merece espaço para 2 vídeos.
A google, que comprou o YouTube em 2006, está divulgando números impressionantes:
2 bilhões de vídeos por dia, 24 horas de vídeos são publicados a cada minuto, o vídeo mais visto é o clipe Bad Romance, de Lady Gaga, com 200 milhões/views.
Não gosto da Lady Gaga. Não por ela ser supostamente hermafrodita, mas, por gosto musical mesmo. Agora, uma coisa é uma coisa, outra coisa...... não adianta, tenho que respeitar esses acessos ao Bad Romance.
Logo, logo, começam a cobrar pelo serviço. Podem esperar.
Bom, fuçando no site da google, como sempre, achei uma novidade para mim.
Chama-se Greg Pattillo. Um nova iorquino que toca flauta transversal. Tá, isso é normal. O fora do comum é que ele faz beatbox tocando flauta.
Assisti aos 53 vídeos dele na internet. Pattillo e uns camaradas tocam em estações de metrô, parques, salas, teatros e botecos de Nova York.
O cara é bom. Original. Merece espaço para 2 vídeos.
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