sábado, 12 de dezembro de 2009

Fim de ano!

Esta sequência de mensagens é sobre a organização de uma festa de fim de ano em uma empresa. Acompanhem. No final tem uma foto do que não houve porque a festa e o espírito de natal foram, juntos, massacrados pelo estresse dos que se acham integrantes da vida moderna.

Patrícia Gomes - Diretora de Recursos Humanos
COMUNICADO PARA TODOS OS FUNCIONÁRIOS.
Data: 01 de dezembro
Assunto: Festa de Natal


Tenho o prazer de informar que a festa de Natal da empresa será no dia 23 de dezembro, com início ao meio-d ia, no salão de festas privativo da Churrascaria Grill House. O bar estará aberto com várias opções de bebidas.
Teremos uma pequena banda tocando canções tradicionais de natal...sinta-se à vontade para se juntar ao grupo e cantar! A árvore de Natal terá suas luzes acesas às 13:00.
A troca de presentes de amigo secreto pode ser feita a qualquer momento, entretanto,
nenhum presente deverá exceder R$20,00, a fim de facilitar as escolhas e adequar os gastos a todos os bolsos.
Boas festas para vocês e suas famílias,
Patrícia
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Patrícia Gomes - Diretora de Recursos Humanos
COMUNICADO PARA TODOS OS FUNCIONÁRIOS.
Data: 02 de dezembro
Assunto: Festa de Natal


De maneira alguma nosso memorando de 01 de dezembro pretendeu excluir nossos funcionários judeus! Reconhecemos que o Chanukah é um feriado importante e que costumam coincidir com o Natal, mas isso não aconteceu este ano. De qualquer forma, passaremos a chamá-la de "Festa de Final de Ano".
A mesma política se aplica a todos os outros funcionários que não sejam cristãos e àqueles que ainda
celebram o Dia da Reconciliação.
Não haverá árvore de Natal. Nada de canções de natal nem coral.
Teremos outros tipos de música para seu entretenimento.
Felizes agora?
Boas festas para vocês e suas famà ­lias,
Patrícia
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Patrícia Gomes - Diretora de Recursos Humanos
COMUNICADO PARA TODOS OS FUNCIONÁRIOS.
Data: 03 de dezembro
Assunto: Festa de Natal


Com relação ao bilhete que recebi de um membro do Alcoólicos Anônimos solicitando uma mesa para pessoas
que não bebem álcool... Você não assinou seu nome!
Fico feliz em atender o pedido, mas se eu puser uma placa na mesa "Exclusivo para AA", vocês não serão mais Anônimos... C omo faço então?
Nenhuma troca de presentes será permitida, uma vez que os membros do sindicato acham que R$20,00
é muito dinheiro e os executivos acham que $20,00 é muito pouco para um presente.
NENHUMA TROCA DE PRESENTES SERÁ PERMITIDA, certo?
Patrícia
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Patrícia Gomes - Diretora de Recursos Humanos
COMUNICADO PARA TODOS OS FUNCIONÁRIOS.
Data: 07 de dezembro
Assunto: Festa de Natal


Eu não sabia que no dia 20 de dezembro começa o mês sagrado do Ramadan para os muçulmanos, que proíbe comer e beber durante as horas do dia. Talvez a Churrascaria Grill House possa segurar o serviço de bufê até o fim do dia - ou então, embalar tudo para que vocês levem para casa nas marmitas. O que vocês acham disso?
Novidades: neste meio tempo, consegui que os membros do Vigilantes do Peso sentem o mais longe possível do bufê de sobremesas; as mulheres grávidas sentem-se o mais perto possível dos banheiros;
teremos assentos mais altos para pessoas baixas e comida com baixa-caloria estará disponível para
os que estão de dieta.
Nós não podemos controlar a quantidade de sal utilizada na comida.
Desta forma, sugerimos para estas pessoas com pressão alta provar o gosto primeiro.
Haverá frutas frescas de sobreme sa para os diabéticos.
O restaurante não dispõe de sobremesas sem açúcar.
Nossas profundas desculpas.
Esqueci de alguma coisa?
Patrícia
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Patrícia Gomes - Diretora de Recursos Humanos
COMUNICADO PARA TODOS OS FILHOS DA PUTA QUE TRABALHAM NESTA EMPRESA.
Data: 08 de dezembro
Assunto: Festa de Natal do Caralho


Vegetarianos!?!?!??! Sim, vocês também tinham que dar sua opinião de merda ou reclamar de alguma coisa!!!
Nós manteremos o local da festa na Churrascaria Grill House; quem não gostar, foda-se!
Então, como alternativa, seus putos, vocês podem sentar-se quietinhos na mesa mais distante possível da tal "churrasqueira da morte" - como vocês se referiram de forma bastante depreciativa ao utensílio.
E vocês terão também sua mesa de saladas de merda, incluindo tomates hidropônicos da casa do caralho & arrozinho grudento pra comer de pauzinho. Aqueles que, naturalmente, ainda não gostaram, podem enfiar tudo no cu.
Ah, espero que vocês todos tenham uma bosta de festa de final de ano!
E que dirijam muito, muito bêbados e morram todos, todinhos esturricados por aí.
Escutaram?
A Vaca, diretamente da puta que os pariu.
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Dr. Pacheco - Diretor de Recursos Humanos INTERINO
COMUNICAD O PARA TODOS OS FUNCIONÁRIOS
Data: 10 de dezembro
Assunto: Patrícia Gomes e Festa de Final de Ano


Tenho certeza que falo por todos desejando para a Patrícia um rápido restabelecimento para sua crise de stress.
Por conta deste fato, a diretoria decidiu cancelar a Festa de Final de Ano e dar folga remunerada para todos na tarde do dia 23 de dezembro.
Boas Festas,
Dr. Pacheco

quarta-feira, 2 de dezembro de 2009

Música popular

Hoje é o dia nacional do samba. Graças a muita gente boa. Nem dá para fazer uma lista assim, sem pesquisa, para não cometer injustiças. Vou ficar apenas no principal homenageado: Ari Barroso, um gênio. Por tabela, está aí o nosso João.

sábado, 28 de novembro de 2009

Pouso em Guarulhos

É muito fácil. Tranquílo, eu diria. Mais fácil do que estacionar nos centros das grandes cidades. Tem até uma trilhazinha para apaziguar a alma.

sábado, 21 de novembro de 2009

Bis

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Solução

A Fundação Playing For Change surgiu de uma viagem musical pelo mundo.
São vários artistas tocando na mesma base musical. Todos muito talentosos, obviamente.

O fato é que esse projeto, depois de rodar o mundo, ajuda a construir e reconstruir centros de arte e escolas na África e centros de refugiados Tibetanos na Índia.

É um tapa na cara dos que acham que o mundo foi globalizado somente depois que as cabeças do capitalismo resolveram ganhar dinheiro num mercado maior. A cultura sempre foi global. As pessoas sempre foram do mundo e o mundo foi das pessoas. Mesmo quando havia um muro, uma cerca, uma arma apontada, mesmo assim, as pessoas queriam olhar e passar para o outro lado.

Até quando você vai deixar de se importar? Até quando você vai pensar que não pode ou não precisa fazer nada? Até quando você vai esperar que as grandes representações políticas e econômicas façam algo pelas civilizações pobres e massacradas por esse sistema bestial? Até quando você vai achar que não tem nada a ver com nada?

Já sei. Está esperando passar de pedra a vidraça. É o que vai acontecer. Se já não aconteceu.

Playing For Change

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

O caso do finado pedreiro.

Deu no Diário Catarinense. Imagine a cena. Monte o cenário. Leia e imagine cada parte da situação. Acrecente algumas.

Por exemplo, eu acho que os amigos que foram reconhecer o corpo deviam, só podiam, estar bêbados. Não há outra explicação. Eles poderiam não ser tão próximos do defunto, mas, nesse caso, não iriam ao IML para reconhecer o morto. E a tia? A tia véia. Deve ter uns trocentos anos, além de ter catarata, no mínimo.

A reportagem:

O pedreiro Ademir Jorge Gonçalves, de 59 anos, que tinha sido dado como morto por sua família, apareceu em seu próprio velório depois de passar a noite inteira bebendo. O caso aconteceu em Santo Antônio da Platina, no Paraná, no último dia 2, feriado de Finados.

A família de Gonçalves havia reconhecido o suposto corpo do pedreiro após um acidente de trânsito na noite de domingo. O gerente da funerária responsável pela cerimônia, Natanael Honorato, afirmou que alguns dos parentes do pedreiro tiveram dúvidas no momento do reconhecimento do corpo, mas uma das tias de Ademir e quatro amigos confirmaram equivocadamente a identidade do morto.

AGORA O MELHOR!!!!

Durante o velório, que acontecia na segunda-feira, Gonçalves apareceu no local. Amigos teriam lhe dito que sua família acreditava que ele estivesse morto e que o velório acontecia. De acordo com a polícia, Gonçalves se apressou para chegar ao local e avisar a família que não estava morto.

Segundo a sobrinha de Gonçalves, Rosa Sampaio, o pedreiro passou a noite inteira em um bar e só ficou sabendo da confusão na manhã de segunda-feira.

- Meus dois tios e eu tínhamos dúvidas sobre a identificação. Mas uma tia e quatro amigos dele identificaram o cadáver como sendo do meu tio. O que íamos fazer? Seguimos adiante com o funeral - disse Rosa.

O corpo foi identificado corretamente na segunda-feira, segundo a polícia, e foi enterrado em outro Estado. O nome da vítima não foi divulgado.

SENSACIONAL

terça-feira, 3 de novembro de 2009

Chico & Cia

sexta-feira, 23 de outubro de 2009

Uma mordida na realidade

O Brasil dos desdentados é um naco do que temos de pior. A OMS orienta que um país precisa ter um dentista a cada 1200 habitantes. Nossa média é de 996 pessoas por profissional.

A odontologia sobra em alguns estados e faz falta em outros, é verdade. No Maranhão a proporção é de quase 4800 habitantes por dentista. 4800!!!!! Em Santa Catarina, são 1083. Grande coisa. A solideriedade não pode ser contada nos dedos. É como tentar achar uma formiga coxa no meio do formigueiro.

Tente entender. Qual cidadão, formado por uma universidade depois de muito esforço, de muitas festas com o dinheiro do papai , de deixar de lado longos anos da sua juventude - de 4 a 5 - vai querer atender um pobre desdentado? Poucos, muito poucos. Peço respeito às exceções, mas, o negócio é faturar.

Aliás, o lance é faturar e não dar recibo para fugir da mordida do leão. Isso mesmo. Na odontologia, até o leão do imposto de renda é banguela. "Com recibo é mais caro", diz o doutor para o cidadão boca mole, que espera o fim do efeito da anestesia. Quem vai querer exigir recibo de um dentista, e ainda pedir desconto, depois de ter sido torturado indefensavelmente em uma cadeira de contornos medievais? Aquela luz na cara parecendo uma lanterna nazista anula qualquer esforço. O mais justo dos pacientes se transforma em corrupto.

Voltando aos banguelas. Chorem, pois, sorrir para vocês é algo que dá vontade de chorar. No Brasil, aquele típico torcedor do Framengo, da antiga geral do Maracanã, não tem vez. E vai se queixar com quem? Chega a dar dor nos dentes.

Para não ser acusado de defender com unhas e caninos a justiça social sem nada de positivo, vou colocar um bom exemplo nesse post. É a turma do bem http://www.turmadobem.org.br.
Um pedacinho dessa turma aparece na entrevista do Bom Dia Santa Catarina. Veja o vídeo ou acesse o site. Só não pense que não é com você.

domingo, 18 de outubro de 2009

Mountain Do

Neste fim de semana reunimos uma turma para correr o Mountain Do na Lagoa da Conceição. A bem da verdade, o grupo, reunido pelo treinador Paulinho, era uma equipe já formada e eu entrei no jogo no segundo tempo (clichê) .

Entrei, não necessariamente para correr, mas, para caminhar, pular, se arrastar e tropeçar. Tropecei tanto na descida de uma montanha que meu tamanho de calçado diminuiu dois números.
(Glauber, aquele par de tênis que você me ofereceu antes da prova, tamanho 9, agora serve. Não calço mais o 10).

Então, eram 8 trechos para fechar os 73 KM.

O Glauber, que não é o Rocha, mas, encarou uma pedreira sem precedentes na geografia da cidade - começou a prova. Oito horas da manhã. Vai ter força de vontade hein ô! Com um sábado chuvoso, metade da cidade nem havia acordado ainda. A outra metade estava bocejando.

Depois vieram os irmãos Thayssa, que queria descer o morro escorregando numa folha de bananeira (só não fez isso porque o Rafael não deixou) e o Puma que, como o xará do mundo animal, pode pular horizontalmente nada mais nada menos do que 40 pés (vi isso num artigo da internet - deve ser verdade). A realidade é que os manos de Blumenau se deram bem e deitaram os cabelos entre as matas do Red River e da Lagoa.

Aí entrou a Aline na parada. Uma correria no asfalto e uma outra correria nas areias da praia do Campeche. Fico sem fôlego só de pensar. Foi heroína, a Aline. Ela, o Red Bull e as asas. Foi um longo e duradouro relacionamento com a resistência. Quase 11 km.

Não se canse leitor. Esses personagens suaram muito mais para fazer parte desta história.

Bom, em seguida o bastão foi para as mãos do Paulinho, que não correu, voou. Por isso o chamam de mestre. De carro, entre o Campeche e a Joaquina, chegamos quase juntos ao posto de troca.

Claro que o piloto da Van era o seu Nelson. Um aposentado que foi alugando a minha cabeça. Reclamava do país, da aposentadoria, dos políticos, etc...Fui salvo pela buzina da Van que disparou. Ri muito. O seu Nelson não conseguia fazê-la calar. E eu querendo que ele calasse as queixas da vida. Foi a vingança. A teimosia da buzina em curto o fez ficar quieto. Meus ouvidos foram salvos pela geringonça.

Retomemos.

Vale dizer que, depois de fechar o trecho dele, o Paulinho foi buscar cada um dos três atletas que fariam os percursos finais.

Um deles era a Ana, que sentiu a força das dunas da Joaquina. Aquilo é um imã de areia sugando os pés da gente. Aliás, ela deve ter se apavorado. Não viu os pés nas dunas, já que a areia os encobria. Depois, entrou numa trilha com mato até a tibio-társica (tornozelo para quem não sabe). A Ana é médica. Deve ter pensado: Nossa, cadê a minha articulação tíbio-társica? Ela gosta de palavrões.

Ana passou a responsabilidade para mim. Só o que faltava. Passar a responsabilidade para mim. Só louco faz isso. Louco de pedra. Loucas, as pedras que encontrei pelo caminho. Uma delas, a famigerada montanha do trecho 7. Um pico de 200 metros de altura. 6 km de morro. Olha a descrição:

Lama, pedra, pedra com lama, buraco, buraco com pedras, plantas carnívoras (petiscaram lascas das minhas pernas, braços e mãos) e areia. Areia? A natureza é f...! Encheu a montanha de areia. Quem sobe um negócio desses? E pra descer? Quem disse que pra descer todo santo ajuda? Não tinha uma p... de um santo lá! Ou tinha? Tinha.

Bati o morro, as canelas (tibio-társica novamente) e a programação do meu tempo. Encontrei na trilha, aos berros, os camaradas Paulinho e Victor, que deram aquela força até a chegada. Só lembro do Victor dizendo que estava muito bom. E eu tentando entender o significado de muito bom. Muito bom, muito bom, ele dizia. Eu, sem fôlego, BPM perto de 200 e querendo saber o que era muito bom. Na hora eu não imaginava o que era muito bom. Talvez fosse muito bom ainda estar em pé sem uma entorse da tibio-társica.

Na areia da Barra da Lagoa juntei-me aos meus filhos João e Vicente. Os dois, gritando, claro. "Corre mais pai, corre!" Essa parte foi fotografada pela Ale, fotógrafa oficial da família. Quando acabou a bateria da câmera dela, recebeu outra câmera, da Ana, para brincar. Sina de quem gosta de imagem.

Passei a bronca ao Rodrigo Faraco. O cara, no asfalto, é uma Ferrari, na trilha e na areia é um off road sobre patas. Um animal. Deu no que deu. Massacrou os 10 km finais. Não tenho o tempo dele, mas, ele pode deixar um comentário sobre isso. O Faraco encerrou junto com o Paulinho (cara vou te cobrar 100 pratas por cada inserção do seu nome - tá em todas) e com o Marcos Alexandre, grande parceiro das corridas.

Sabine Weiler, não esqueci de você. Deu piques de 50 e 100 metros a cada troca de atleta, fotografando todos para sua reportagem. Incentivou e fez sanduíches. Bons os sandubas da Sabine, viu!

Ao fim de quase 8 horas de corrida, os personagens cruzaram a linha de chegada, encerraram epopéia e foram felizes para sempre.

Se eu não terminasse com um chavão, o clichê lá do início ficaria com ciúmes.

foto: Alessandra

quarta-feira, 14 de outubro de 2009

Asneira?

Ainda não se viu de tudo quando o assunto é capacidade intelectual.

sábado, 10 de outubro de 2009

Quem procura, acha.

Do garçom do serviço público

- Vai uma gratificaçãozinha aí?

- Claro, obrigado. Pode incorporar ao meu salário por favor.
Bem açucarada tá amigão.

- Doutor, o senhor é quem manda.
Vai levar pra casa?

- Sim, e bem enroladinho. Embrulha naquele papel que vocês guardam desde 1988.
É o que mais protege.

- Pode deixar doutor.

Veja no site:

http://mediacenter.clicrbs.com.br/templates/player.aspx?uf=1&contentID=80656&channel=47

sexta-feira, 9 de outubro de 2009

Joss Stone

Duas vezes Joss Stone.
Essa loirinha com voz de negona, ao lado do cantor britânico Robbie Williams, transformou, deu vida, brilho e outras coisitas mais para a letra de Angels (aliás uma bela letra).
No outro vídeo, a loirinha fez o groove do James Brown paracer café pequeno.
E olha que colocar sal no funk de James Brown não é pra qualquer um.
Também vale prestar atenção nos passos de dança do Sr. Brown, cujas pernas já estavam acima dos 70 anos.
D-iv-irt-am-se



quarta-feira, 7 de outubro de 2009

Mountain Do X Correria

Quase dada a largada Forest.
Dia 17 de outubro as pernas terão que vencer pedras, montanhas, praias, dunas, trilhas em bosques, enfim, papa léguas na veia.
É o Mountain Do na Lagoa da Conceição, em Florianópolis.
Serão quase 80 km de diversão para a nossa equipe de 8 atletas dispostos a muita, mas, muita aventura mesmo.
Claro, sob a batuta do Paulinho. O mestre como diz o Faraco.
Farei o trecho de 7,6 km.
1,6 km nas areias da Praia Mole e 6 km na montanha que separa a Mole da Barra da Lagoa.
Sem direito a parada na Galheta. hehehehehe
Coisa boa!!!!!!!
Vai encarar???
O visual é fantástico!!!!


video